nº 11
Cânones da crítica internacional
O que pode a crítica?
Terças, 07h30–11h · IC · sala 105
Próxima aula
Aula 11 — Como se produz um cânone?
ter., 03 de nov.
Cânone como processo histórico. Entrega da proposta da Experiência de aplicação (1 página: público, meio, operação, risco ético).
O curso toma o gesto crítico como objeto — não um catálogo de escolas. Duas linhas avançam em paralelo: o professor caracteriza obras canônicas como casos críticos; cada estudante constrói, com atraso deliberado, o próprio corpus e problema. Operações em jogo: descrever, interpretar, comparar, historicizar, avaliar, deslocar.
Semestre
Percurso
O que é crítica? O que fazemos quando criticamos?
Abertura da optativa. Cânone e crítica como palavras de trabalho. Laboratório pontuado: vocabulário. A curadoria de veículos começa aqui.
Projeções da disrupção sobre a teoria da narrativa
Minicurso LETHIS na Jornada Narrativas em tempos de crise. Computa 4h da optativa. Disrupção, evidência e legitimidade — não reabre a Aula 1.
Seminário contínuo I: glossário, fortuna crítica e projetos
O objeto da disciplina é a linguagem. Duas matrizes de representação. Abre o Seminário I. O áudio cobre o bloco 1 até o intervalo; o bloco 2 não gravou.
Como uma leitura se torna um caso crítico de longa duração?
Parte teórica: o fragmento entra no cânone porque um tratado o cita, não porque o livro chegou inteiro. Parte prática: dossiê-piloto de um autor nacional e um estrangeiro.
Feriado em Vitória
Não há aula. A Aula 4 permanece em 15/09.
Autor, intenção e autoridade interpretativa
Hamlet como peça, personagem e arquivo de leituras. Barthes redistribui a autoridade do sentido. Laboratório pontuado. Continuar prospecção: ainda não definir corpus.
Forma, consciência, tempo e gênero
O acento muda: da citação que canoniza para a forma. Antecipa o fio de quem fala, sem esperar a Aula 13. Oficina de pré-seleção: duas ou três possibilidades de corpus.
Uma obra fala com uma só voz?
Multiplicidade discursiva. Fecha a meta de curadoria global (Ásia e Oceania): seis fontes com análise, não checklist. Laboratório pontuado: tema versus problema.
Ler é descobrir ou produzir sentidos?
Fortuna mutável (Aristóteles, Freud, Vernant). Iser: o leitor atualiza o texto. Seminário II: ficha de objeto/corpus. Laboratório 5 pode migrar para a Aula 8.
Como as condições de leitura transformam uma obra?
Historicidade da leitura, distinta da produção de sentido da Aula 7. Seminário III. Prazo final para troca justificada de corpus.
Quem produz valor literário?
Paródia do livro de cavalaria; o leitor dentro do livro. Campo, consagração, autonomia relativa. Mapa de agentes no objeto individual.
Como a crítica constrói seu problema?
Literal, alegórico, moderno. Não “o que Dante quis dizer”. Seminário IV: problema e hipótese provisória.
Como se produz um cânone?
Cânone como processo histórico. Entrega da proposta da Experiência de aplicação (1 página: público, meio, operação, risco ético).
Quem fala em nome do universal?
O “internacional” do curso a partir de quem entra, por qual via, em nome de que universal. Continuidade das Aulas 5–6, não estreia do tema.
Posição de leitura, raça, gênero e representação
Integrar raça, gênero e representação às operações gerais do curso — não como bloco apartado. Laboratório pontuado. Orientação da análise.
O que uma análise demonstra?
Evidência, inferência, alcance da conclusão. Seminário V. Experimento controlado com IA. Síntese: o que pode a crítica? Fecha as 60h computadas.
Orientação, reposição e aplicação
Sem conteúdo novo obrigatório. Orientação de dossiê, reposição justificada ou apresentação residual da Experiência. Não lança 4h extras.
Encerramento administrativo
Janela de reserva. Sem conteúdo novo e sem entrega que dependa desta data. Não lança 4h extras.
Documento vivo: Plano de Curso + Plano de Aulas (Docs). O Portal do Professor continua sendo o canal oficial de avisos longos.