Lab. de Leitura

ter., 15 de set. · Aula 4 · Ocorreu

Autor, intenção e autoridade interpretativa

O que muda quando a intenção do autor deixa de ser prova final?

Hamlet como peça, personagem e arquivo de leituras. Barthes redistribui a autoridade do sentido. Laboratório pontuado. Continuar prospecção: ainda não definir corpus.

Caso crítico

Shakespeare — Hamlet.

Leitura prevista

Roland Barthes, “A morte do autor”, em O rumor da língua; excertos de Hamlet.

Objetivos desta manhã

  • Problematizar a intenção autoral como fundamento exclusivo de leitura.
  • Distinguir obra, personagem e objeto crítico historicamente construído.
  • Avançar a curadoria (Europa e África).

Sequência

  1. 7h30–8h20 — Hamlet como peça, personagem e arquivo. Não “o que Shakespeare quis dizer”.
  2. 8h20–9h05 — Barthes; leitura próxima de um trecho.
  3. 9h20–10h20 — Laboratório 3 (pontuado).
  4. 10h20–11h — curadoria Europa / África; Caderno.

Laboratório pontuado

Laboratório 3 pontuado: pergunta que não dependa de “o que o autor quis dizer”.

Percurso do estudante

Continuar prospecção. Não definir corpus ainda.

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