
Plano de aulas · 2026/2
Calendário
Quartas, 07h30–11h. Cada encontro tem página própria, com o que a turma precisa naquela manhã — não o Docs inteiro.
Abertura (frase em destaque) → leitura em uso → intervalo → laboratório → escrita → síntese. Cada bloco nomeia o texto que está na mesa.
Linguagem, memória e gênero como modelo
A piada como modelo de expectativa. Oralidade e escrita; gênero como modelo; hábitos de trabalho. Abertura da disciplina.
Oficina, remix e história dos gêneros
Texto em dupla e tradição com data. Homero, epopeia, soneto. Remix e intertextualidade. O filme não carregou na sala.
Gêneros literários: conceitos, métodos, repertórios e aplicações
Constituição teórico-metodológica; repertórios e Clubes de Leitura; aplicações acadêmicas. Não houve antologia nem Seminário I falado. Encerramento por volta das 10h30.
Seminário contínuo I: arqueologia dos gêneros, delimitação e mediação
Transformar uma escolha de repertório em objeto investigável. Corpus coletivo já está no grupo: Suassuna, Rosa, Graciliano, Collins, Gomes, Saint-Exupéry, Euclides, Machado, Flaubert, Tolstói. Arqueologia do presente para o passado. Aguiar e Silva e Bakhtin entram depois do impasse.
Glossário, antologia, arqueologia — a leitura como prática
A Aula 03 reservou a antologia. A Aula 04 recolheu o corpus e abriu os clubes. Hoje os dois débitos entram no relógio — e a segunda metade desloca o objecto: não só o livro, a experiência de o ler em comum. A semana de 16/09 é Congresso; a Aula 06 (23/09) trabalha repertório e metadiscurso.
XXVIII Congresso de Estudos Literários
Não há aula. Turma liberada para o Congresso (14–17/09, Ifes e UFES). Tema: testemunho. Quem for, anota como a mesa nomeou o objecto — isso já é metadiscurso.
Repertório de leitura e metadiscurso crítico-teórico
A semana do Congresso corta o relógio. Esta manhã não retoma Narrativa I. O objecto é o repertório de leitura dos estudantes, atrelado ao metadiscurso que os estudos de géneros exigem.
Seminário contínuo II: a obra, o termo e as fontes
Cada estudante apresenta um parcial: até onde leu a obra, o termo com que a classifica, a história desse termo e duas fontes em tensão. Das 07h30 às 11h.
Narrativa I: seminário e glossário; conto, fichas e clubes
Primeiro, as falas do Seminário II que não couberam em 30/09, de quem estiver pronto (as demais vão para 21/10), e os termos que elas trouxeram entram no Glossário de Termos para Estudos Literários. Depois do intervalo, Clarice, “Felicidade clandestina”, em voz; as fichas de leitura e a lógica da análise estrutural da narrativa; os clubes de leitura e a ficha do livro de cada um.
Narrativa II: conto, formas breves e efeitos
Ordem em sala: Gancho → análise completa de Machado, “O espelho” → análise completa de Rosa, “A terceira margem do rio” → quadro comparativo só ao final. Genette e Piglia seguem como vocabulário de apoio.
Narrativa II: conto, formas breves e efeitos
Lab de contos (não é Seminário III): Gancho → Machado, “O espelho”, completo → Rosa, “A terceira margem do rio”, completo → quadro comparativo só ao final. Seminário III a remarcar.
Drama I: ação, conflito, personagem e representação
Enredo, personagem, diálogo e conflito como operações, não como lista. Não há encontro em 28/10.
Drama II: teatro moderno e cena brasileira
Brecht, Beckett e a crise da representação; do modernismo ao teatro político no Brasil.
Lírica e hibridismos: voz, imagem, ruptura e classificação
Voz, imagem e ruptura no poema; obras que resistem à classificação e o que isso faz com os gêneros.
Seminário contínuo IV: análises
Marco IV: análise sustentada, não mosaico temático.
Aplicações: leitura, ensino, cultura e intervenção
Deslocar o trabalho para uma situação pertinente: Clubes de Leitura, ensino, pesquisa ou o site RELer.
Seminário contínuo V: aplicação, síntese e fechamento
Marco V: aplicação, síntese e fechamento do Dossiê.